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Anemia por deficiência de ferro: causas, sintomas e tratamento

Anemia por deficiência de ferro: causas, sintomas e tratamento

A anemia por deficiência de ferro, ou anemia ferropriva, é o tipo mais comum da doença e ocorre pela carência de ferro no nosso organismo, o qual se torna insuficiente para produzir hemoglobina.

Acontece da seguinte forma: o ferro produz a hemoglobina, uma proteína que fica dentro dos glóbulos vermelhos (células do sangue) e tem capacidade de se ligar a moléculas de oxigênio. Como os glóbulos vermelhos circulam por todo o corpo, esse processo acaba sendo responsável por transportar oxigênio para todos os outros tecidos e células do organismo.

Sem ferro não há produção de hemoglobina e esse transporte não acontece, o que implica em diversos riscos à saúde.

Afinal, o que é o ferro?

O ferro é um micronutriente essencial ao nosso organismo e deve ser consumido através da alimentação. Existem duas formas de encontrar o ferro nos alimentos: ferro heme (alimentos de origem animal) e ferro não heme (alimentos de origem vegetal).

Provavelmente, você já deve ter ouvido falar em ferro animal e ferro vegetal e é exatamente isso que diferencia esses dois tipos. Esta é apenas a nomenclatura utilizada pela ciência.

Quais são os sintomas da anemia ferropriva?

Falta de energia, dificuldades em realizar exercícios físicos, palidez, sono, fadiga, desânimo, cansaço extremo e tonturas são os sinais mais comuns e os primeiros a serem percebidos.

Além disso, pessoas com anemia por deficiência de ferro podem apresentar queda de cabelos, pálpebras descoradas, unhas em forma de colher, fissuras labiais, mudanças de cor e inchaço na língua e dificuldades em sentir os sabores, devido à perda das papilas gustativas.

Em crianças, também pode haver crescimento e aprendizagem inadequados.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico desse tipo de anemia deve ser feito através de avaliação clínica, para determinar possíveis causas e deficiências na alimentação. Além disso, deve ser confirmado por exames laboratoriais.

Normalmente, solicita-se os seguintes exames:

  • Hemograma completo: analisa se os níveis de hemoglobina e o tamanho dos glóbulos vermelhos estão adequados. Glóbulos vermelhos muito pequenos e com pouca pigmentação são parâmetros de anemia;
  • Ferro sério: verifica a quantidade de ferro presente no sangue;
  • Ferritina: avalia os estoques de ferro no organismo.

Como tratar a anemia por deficiência de ferro?

O tratamento da anemia por deficiência de ferro, depois do diagnóstico, consiste em suplementação de ferro. É importante ressaltar que a alimentação previne, mas não trata anemia. Somente a suplementação é capaz de repor as quantidades de ferro no organismo.

O tempo de suplementação e a dosagem variam conforme o grau da doença e devem ser prescritos por uma nutricionista ou médico, por meio dos resultados dos exames.

Além da suplementação, também é preciso tratar a causa, que pode ser má alimentação, problemas intestinais, parasitoses ou outros. Durante e após o tratamento, é importante manter uma alimentação adequada, ingerindo a quantidade diária recomendada para este micronutriente.

Quais são as fontes alimentares de ferro?

Ferro heme

O ferro de origem animal é melhor absorvido pelo nosso organismo e não sofre interferência de nenhum outro alimento ou nutriente.

Ele é encontrado, especialmente, na carne vermelha e em vísceras (fígado, coração) de animais. Mas também está presente na carne de aves, peixes e nos ovos.

Ferro não heme

O ferro de origem vegetal pode sofrer alterações durante o processo de absorção. Alguns nutrientes ou componentes alimentares da refeição são capazes de aumentar ou diminuir sua capacidade de absorção.

Inclusive, se você é vegetariano e consome apenas o ferro presente nos alimentos vegetais, é fundamental ter o acompanhamento de uma nutricionista para organizar sua alimentação adequadamente!

Nos vegetais, o ferro é encontrado nas verduras de folhas escuras (espinafre, brócolis, couve e salsa), nas leguminosas (feijões, lentilhas, grão-de-bico, ervilha e soja) e nas frutas e oleaginosas (uvas, maçãs, nozes, amêndoas e castanhas).

Algumas dicas da nutri para absorver melhor o ferro!

  • Os alimentos ricos em vitamina C potencializam a absorção. Por isso, consuma laranja, limão, kiwi e acerola junto com os alimentos fontes de ferro;
  • Evite ingerir alimentos ricos em cafeína, como chás, chimarrão e café, especialmente próximo às principais refeições;
  • Não consuma leite e derivados junto às principais refeições, pois o cálcio presente nesses alimentos diminui a absorção do ferro;
  • Modere o consumo de alimentos ricos em oxalatos, como os cereais integrais;
  • Evite bebidas energéticas que contém taurina;
  • Evite o uso de remédios antiácidos.

Anemia por deficiência de ferro é uma doença séria, que pode ser muito prejudicial à saúde. Felizmente, tem tratamento. Portanto, se você apresenta alguns dos sintomas que comentei no texto, não deixe de procurar sua nutricionista ou um médico para fazer os exames necessários e, se preciso, iniciar a suplementação.

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Intolerância à lactose

Diferenças entre intolerância à lactose e alergia à proteína do leite de vaca

Alergias são reações do sistema de defesa do organismo, também conhecido como sistema imunológico, e podem ocorrer por diversos fatores. Alguns exemplos de agentes causadores das alergias são as proteínas dos alimentos, ácaros, pelos de animais, pólen, entre outros.

Dessa forma, surge a alergia à proteína do leite de vaca (ALPV), que é desencadeada pelas proteínas do leite da vaca (caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina). Ela é mais comum em crianças, principalmente em menores de 3 anos.

Diferentemente da ALPV, a intolerância à lactose se dá pela ausência ou deficiência da enzima lactase no organismo, que é responsável pela “quebra” da lactose, açúcar encontrado no leite e em produtos lácteos.

Para que o nosso organismo consiga absorver e utilizar a lactose, ela precisa ser “quebrada” em glicose e galactose. Porém, esse processo não ocorre em pessoas com intolerância, ocasionando os sintomas. É mais comum em adultos e idosos. Além disso, também pode acontecer em caso de doenças inflamatórias intestinais, dependendo da parte do intestino acometida.

Sintomas de alergia à proteína do leite de vaca

A ALPV apresenta sintomas variados, persistentes e repetitivos, podendo ocorrer um ou mais sintomas simultâneos.

  • Sintomas digestivos: cólicas, vômitos, dores, constipação, falta de apetite, sangue nas fezes, refluxo.
  • Sintomas respiratórios: asma, chiado no peito, tosse.
  • Sintomas cutâneos: urticária, dermatite atópica, coceiras.

Além disso, também pode ocorrer baixo ganho de peso e afetar o crescimento. Os sintomas aparecem em minutos, horas ou dias após a ingestão de leite de vaca ou derivados.

Sintomas de intolerância à lactose

Ao consumir produtos que contenham lactose, intolerantes apresentaram sintomas como cólicas, distensão abdominal, sensação de inchaço, diarreia e gases. Essas reações aparecem em minutos ou horas após a ingestão do leite ou derivados.

Como tratar a intolerância à lactose?

Não existe cura para a intolerância à lactose. Existe remissão dos sintomas, que acontece pela exclusão dos alimentos que contém lactose, ou seja, leite e derivados.

Hoje em dia, não é necessário privar-se totalmente desses alimentos, já que no mercado existem as versões “sem lactose”. Estes produtos são isentos dessa substância ou possuem a enzima lactase adicionada artificialmente em sua composição, o que possibilita o consumo entre os intolerantes.

A exclusão dos produtos também varia de acordo com o grau de intolerância. Algumas pessoas produzem uma determinada quantidade de lactase, com isso toleram a ingestão de alguns produtos que contém leite.

Como tratar a alergia à proteína do leite de vaca?

Diferentemente da intolerância à lactose, existe cura para a ALPV e é possível que o indivíduo volte a consumir os produtos sem apresentar sintomas no futuro.

O tratamento consiste na exclusão total de leite e produtos que contenham leite por um determinado período. Sem o consumo, o organismo para de produzir anticorpos que desencadeiam a reação alergia.

É importante salientar que para a eficácia do tratamento, o indivíduo não pode, em hipótese alguma, consumir algum produto que contenha leite durante o tempo de tratamento. Normalmente, crianças diagnosticadas com ALPV desenvolvem tolerância entre 1 e 6 anos de idade.

Alimentos que devem ser excluídos durante o tratamento da ALPV

  • Leite de vaca (todos os tipos: integral, desnatado, semi-desnatado, evaporado, reconstituído, fermentado, condensado, em pó, fluido, desidratado, maltado, sem lactose);
  • Queijo;
  • Leite e queijo de cabra, de ovelha e de búfala;
  • Iogurte, coalhada;
  • Petit suisse;
  • Bebida láctea;
  • Creme de leite;
  • Nata, coalho, creme azedo;
  • Soro do leite (whey protein);
  • Manteiga;
  • Margarina que contenha leite;
  • Ghee (manteiga clarificada);
  • Requeijão, cream cheese;
  • Molho branco;
  • Doce de leite, chantili, cremes doces, pudim;
  • Composto lácteo, mistura láctea (verificar se há traços de leite);
  • Pães, biscoitos, chocolates, massas e qualquer produto que contenha leite ou traços de leite.

Além disso, existem alguns aditivos que também devem ficar de fora, pois podem conter traços de leite. São eles: corantes, aromas ou sabores naturais de manteiga, caramelo, creme de coco, creme de baunilha e outros derivados de leite.

Seja você intolerante à lactose ou alérgico à proteína do leite de vaca, é importante buscar orientação nutricional para garantir uma vida com qualidade. Clique aqui e fale comigo. Eu posso ajudar!

Efeitos do álcool no organismo

Efeitos do álcool no organismo: emagrecimento e hipertrofia

As bebidas alcoólicas são consumidas por boa parte da população adulta. O maior consumo de álcool está entre os jovens adultos, principalmente os homens. Acontece que muitas dessas pessoas não possuem conhecimento sobre os reais efeitos do álcool no organismo e colocam em risco sua saúde.

Para começar, precisamos saber que o álcool, além de não ter valor nutricional algum, é uma substância que também contém calorias. Aliás, ele é mais calórico que os carboidratos e as proteínas, pois cada grama contém 7 kcal. Lembrando que estamos falando, exclusivamente, das calorias do álcool em si, e não da bebida como um todo. Sabe aquele drink com leite condensado, sucos e várias outras coisas? Ele vai muito além desse número!

O nosso corpo reconhece o álcool como uma substância tóxica. Por esse motivo, quando em contato com ele, dedica-se exclusivamente na sua eliminação. Isso faz com que muitos outros processos importantes para o nosso organismo sejam deixados de lado, como a queima de gorduras, absorção de nutrientes e a recuperação muscular.

Quais são os efeitos do álcool no organismo?

Desidratação

Assim que absorvido, o álcool inibe nosso hormônio antidiurético, fazendo com que tenhamos mais vontade de ir ao banheiro fazer xixi e, assim, gerando um rápido processo de desidratação no organismo.

Dessa forma, nosso corpo elimina muito líquido e aumenta a concentração de substâncias que causam danos ao organismo.

Atraso na recuperação muscular

Praticamente, 70% do nosso músculo é composto por água. Como falei antes, o álcool leva a desidratação, o que diminui em até 20% a síntese proteica e, consequentemente, compromete o ganho de massa muscular.

Além disso, os sintomas da “ressaca” no dia seguinte podem atrapalhar a alimentação e o rendimento do treino. Se você deseja ter bons resultados com a musculação, deve evitar o álcool o máximo possível.

Prejudica o emagrecimento

Aquela saidinha da dieta apenas nos finais de semana pode ser o que atrapalha todo seu processo de emagrecimento e impede a perda de gordura. As calorias das bebidas se somam às calorias dos alimentos ingeridos ao longo do dia, podendo ultrapassar facilmente a recomendação diária.

Além disso, o produto da degradação do álcool pode ser utilizado como fonte de energia pelo corpo, contribuindo com a inibição da queima de gordura e estoque na região abdominal.

Liberação do cortisol

Esse também é um dos principais efeitos do álcool no organismo. O consumo da substância pode aumentar a liberação do cortisol, hormônio que é responsável pelo aumento do apetite.

Além disso, em altas doses, ela pode aumentar os níveis de açúcar no sangue, aumentar a pressão arterial e afetar a massa magra.

Teor alcoólico nas principais bebidas consumidas pelos brasileiros

• Cerveja: em torno de 5% de álcool;
• Vinho: aproximadamente 12% de álcool;
• Vodka e Whisky: em torno de 40% de álcool.

Valor calórico por dose de bebida

Cachaça – 1 dose (50ml) = 115 kcal

Cerveja – 1 lata (355ml) = 150 kcal

Champagne – 1 taça (125ml) = 80 kcal

Licor – 1 dose (30ml) = 110 kcal

Vinho doce – 1 taça (150ml) = 210 kcal

Vinho seco – 1 taça (150m) = 130 kcal

Vodka – 1 dose (50ml) = 120 kcal

Whisky – 1 dose (50ml) = 120 kcal

Afinal, existe alguma forma segura de beber álcool?

Bem, não existe. A ciência, hoje, não nos mostra nenhuma forma segura ou não prejudicial à saúde de consumir álcool. Porém, se mesmo assim você optar por fazer uso da substância, veja algumas dicas que ajudam a minimizar os danos:

• Não exagere na dose;

• Hidrate-se antes, durante e após o consumo;

• Evite seu consumo associado a alimentos calóricos e gordurosos;

• Tome um shake proteico após, para evitar o efeito catabólico;

• Descanse e volte à sua rotina de alimentação e treinos.

Agora que você já conhece os efeitos do álcool no organismo e qual o impacto dele no processo de hipertrofia ou perda de peso, que tal compartilhar esse texto? Assim, mais pessoas também terão acesso às dicas.

E não deixe de conferir 5 dicas para emagrecer com saúde e nunca mais engordar. Boa leitura!

Doenças Inflamatórias Intestinais: tratamento através da alimentação

Doenças Inflamatórias Intestinais: tratamento através da alimentação

As doenças inflamatórias intestinais, também chamadas de DII, são patologias que provocam a inflamação contínua de todo ou parte do trato digestivo. Ainda não se sabe bem as causas, mas estudos indicam que essas doenças acometem pessoas com pré-disposição genética e são desencadeadas através de uma reação imunológica causada pelas próprias bactérias que habitam o intestino.

As principais DII são a doença de Crohn e a Colite Ulcerativa, que apresentam sintomas muito parecidos e, até mesmo, podem confundir na hora do diagnóstico inicial. Uma das principais diferenças é que a doença de Crohn pode acometer qualquer parte do trato digestivo, desde a boca até o ânus. Já a Colite Ulcerativa se dá, principalmente, no intestino grosso.

Entre as formas de tratamento, está a alimentação equilibrada e organizada por uma nutricionista. Quer conferir as principais dicas? Continue a leitura!

Principais sintomas das Doenças Inflamatórias Intestinais

Os sintomas das Doenças Inflamatórias Intestinais costumam aparecer de forma lenta e, como são bem parecidos com os de diversas outras doenças, pode levar anos até que se procure atendimento profissional. Isso faz com que a saúde e a qualidade de vida fiquem comprometidas.

Eles podem variar de acordo com a parte do intestino acometida, mas são basicamente dores abdominais, distensão abdominal, diarreia crônica e fezes com sangue. Com isso, também pode haver perda de peso e desnutrição, causando cansaço, sonolência e falta de força.

Em alguns casos, ainda podem haver inflamações em outras partes do corpo, como articulações, olhos, pele, fígado e boca. Inclusive, um dos medos de quem sofre com essa doença é o desenvolvimento do câncer colorretal. A inflamação constante nessa região, favorece a alteração das células do intestino, podendo evoluir para tumores.

Como é feito o tratamento?

As DII são um problema sério e devem ser tratadas com cuidado. As formas de tratamento variam de acordo com a doença e o grau de inflamação, mas os medicamentos mais utilizados são os corticóides, antibióticos imunossupressores e anti-inflamatórios intestinais.

Além dos medicamentos, também fazem parte os fitoterápicos, óleos de peixe, probióticos, dieta enteral e parenteral. E, claro, a alimentação organizada, que é um dos fatores mais importantes do tratamento. Durante a fase de “crise”, que é onde os sintomas estão presentes de forma intensa, é preciso ter uma alimentação bem regrada, para que não irrite ainda mais o intestino e piore o quadro de inflamação.

Alimentos permitidos

  • Carnes magras, peixes e aves sem pele;
  • Arroz branco e macarrão refinado;
  • Pão francês, pão de forma, torradas e bolachas água e sal;
  • Frutas sem casca, como maçã, pera, goiaba, banana;
  • Verduras e legumes cozidos, como chuchu, batata, cenoura, moranga;
  • Leguminosas (feijão e lentilha) somente o caldo;
  • Doces dietéticos, que não contenha açúcar;
  • Ovos;
  • Leite sem lactose;
  • Sal, azeite de oliva, temperos naturais.
  • Água e chás.

Alimentos não permitidos

  • Leite integral, creme de leite, leite condensado, queijos amarelos (muçarela, lanche, parmesão, cheddar), manteiga;
  • Doces, bolos com cobertura ou muito açúcar, chocolates;
  • Verduras folhosas cruas;
  • Frituras;
  • Salgadinhos de pacote;
  • Embutidos: salsicha, mortadela, presunto, salame;
  • Condimentos: ketchup, mostarda, molhos industrializados, pimentas, caldo de carne, temperos prontos.

Dicas rápidas da nutri!

Algumas regrinhas importantes, que contribuem muito com o tratamento das Doenças Inflamatórias Intestinais. Confira!

  • Faça de 5 a 6 refeições diárias, em pequenos volumes;
  • Coma devagar, mastigando bem os alimentos;
  • Beba água nos intervalos das refeições, pelo menos 2 litros ao longo do dia;
  • Evite frituras. Consuma assados, cozidos e grelhados;
  • Evite o consumo de açúcar;
  • Não fume;
  • Pratique atividade física;
  • Utilize óleo em pequenas quantidades para preparar os alimentos, óleo de soja, milho, canola, girassol.

Além disso, não esqueça de procurar uma nutricionista para planejar e organizar sua alimentação ao longo de todo o dia! Se você é de Porto Alegre ou região, clique aqui e agende sua consulta comigo!

Benefícios da uva - Nutricionista em Porto Alegre

Descubra 5 benefícios da uva e as melhores formas de consumi-la

Além de ser um alimento saboroso, a uva e os produtos derivados da uva oferecem muitos benefícios à nossa saúde. O alimento contém grande quantidade de compostos fenólicos, substâncias que protegem e garantem o bom funcionamento do organismo.

Os compostos fenólicos são substâncias químicas presentes em grande parte das plantas utilizadas na alimentação. Esses compostos funcionam como um princípio ativo, exercendo alguma função positiva no nosso organismo. Na uva, encontram-se na casca e nas sementes.

Quer descobrir os principais benefícios da uva e as melhores formas de consumi-la? Então, continue a leitura comigo!

Quais os benefícios da uva?

Antioxidante e anticarcinogênica

A uva é um alimento rico em polifenóis, com destaque para o resveratrol. Os polifenóis são responsáveis pela coloração, acidez e outras características desse alimento, mas o mais importante é que possuem poderosa ação antioxidante no nosso corpo.

Isso faz com que a uva seja capaz de prevenir os danos causados pelos radicais livres, substâncias que danificam as células do nosso organismo.

Previne o desenvolvimento de doenças cardiovasculares

A ação antioxidante da uva ajuda a eliminar o LDL oxidado (colesterol ruim), que se acumula nas paredes dos vasos sanguíneos e causa má circulação. Por isso, o alimento é um aliado contra o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, como o infarto do miocárdio.

Previne o envelhecimento

Os radicais livres são substâncias que se formam naturalmente no nosso organismo e aumentam com a ação de alguns agentes, como a poluição do ar, má alimentação, falta de exercício físico e outas condições. Essas reações danificam as células boas do nosso organismo, causando envelhecimento precoce.

Os antioxidantes da uva são responsáveis pela limpeza dessas toxinas.

Melhora o funcionamento intestinal

A uva é rica em fibras insolúveis, que auxiliam na formação das fezes. A ingestão natural de fibras insolúveis melhora o desconforto abdominal e aumenta o trânsito intestinal.

Boa fonte de carboidrato

Os carboidratos fornecem a maior parte da energia que o nosso corpo utiliza para seu correto funcionamento e para as atividades que realizamos no nosso dia a dia. A uva é uma boa escolha de fonte desse nutriente.

Como consumir a uva?

Há diversas maneiras de incluir a uva na alimentação, lembrando sempre que os alimentos orgânicos e naturais (sem adição de açúcar e aditivos químicos) são mais saudáveis e possuem mais nutrientes.

Uma das formas de consumo é através do vinho e do suco integral. Esses dois são considerados alimentos funcionais, já que demonstram efeitos positivos no controle de doenças cardiovasculares.

Uva in natura

Os alimentos in naturasão aqueles consumidos diretamente das plantas, sem que tenham sofrido qualquer alteração após serem colhidos. A fruta, na sua forma natural, conserva todos os nutrientes de forma adequada, sem sofrer qualquer perda. Por isso, é uma das melhores formas de consumo.

Uva passa

As uvas passas são frutas desidratadas por um processo de secagem. A desidratação aumenta o prazo de validade e concentra os nutrientes do alimento, por isso a uva fica mais doce e pode ser utilizada na substituição do açúcar em diversas receitas.

Suco de uva integral

O suco integral de uva é outro alimento muito bom para a nossa saúde, pois contém todos os nutrientes encontrados na uva e, além disso, estão em uma boa concentração. Não esqueça que o suco precisa ser 100% integral, livre de açúcares, conservantes e outros aditivos.

Vinho

O vinho é uma bebida alcoólica produzida a partir da fermentação do sumo de uvas frescas e maduras. A fermentação é feita por leveduras que consomem o açúcar da uva e o transformam em álcool, sendo, assim, dispensável a adição de açúcares, ácidos e enzimas. Mas, cuidado! Por ser uma bebida alcoólica, seu consumo não é indicado para todas as pessoas.

Pronto! Agora você já sabe os principais benefícios da uva e as melhores formas de consumi-la. Que tal acrescentar esse poderoso alimento à sua dieta? Se tiver dúvidas, fale comigo! E não deixe de me seguir no Instagram, para ficar por dentro dos próximos conteúdos de nutrição e saúde!

Celulite: veja quais alimentos previnem e combatem o problema

Celulite: veja quais alimentos previnem e combatem o problema

A Lipodistrofia Ginóide ou celulite, como é popularmente conhecida, é um processo inflamatório que deixa a pele com “furinhos” ou com aspecto de “casca de laranja”. Ela ocorre nas nossas células adiposas, ou seja, nas células que acumulam gordura e aparecem, normalmente, em regiões expostas, como coxas, nádegas e braços.

Mas você sabia que existe como prevenir e tratar esse problema através da alimentação?

A nutrição será uma de suas principais aliadas nisso, afinal participa tanto na manutenção da nossa saúde quanto no cuidado com nossa estética. Desta forma, mantendo uma alimentação de acordo com suas necessidades individuais e rica em frutas e verduras, alimentos integrais e carnes magras você pode combater a celulite!

Mas quais alimentos são esses? Continue a leitura que eu te conto!

Como a celulite se desenvolve?

Primeiramente, precisamos entender que a celulite pode se apresentar de diversas maneiras. Pode ser apenas um problema estético ou, até mesmo, provocar dor. Existem quatro estágios do problema:

  1. Na fase inicial, o aspecto “casca de laranja” só aparece quando há contração dos músculos ou quando a pele é apertada com as mãos.
  2. O aspecto “casca de laranja” surge mesmo sem contração. Nesse caso, ainda pode haver flacidez.
  3. Os “furinhos” começam a ficar maiores. Nessa fase, aparecem nódulos visíveis que doem quando palpados.
  4. Na fase final, estágio mais avançado do problema, aparecem nódulos maiores, dor e ondulamento da superfície cutânea.

Principais causas da celulite

Excesso de estrogênio

O estrogênio é um dos principais hormônios femininos e, quando em excesso no organismo, pode provocar celulite. Inclusive, este é o motivo pelo qual as mulheres são mais suscetíveis a desenvolver o problema.

É por isso, também, que é comum o desenvolvimento de quadros de celulite durante a gravidez, amamentação, menstruação, pré-menopausa e períodos onde há uso de anticoncepcionais, pois nestes momentos o estrogênio costuma estar em alta.

Obesidade e fatores genéticos

A obesidade é uma doença com predisposição genética. Já sabemos que a celulite ocorre nas células de gordura. Então, quanto mais excesso de peso e de gordura localizada, maior a chance de ter o problema.

Má alimentação

Alimentos industrializados, pobres em fibras, com alto teor de sódio, ricos em açúcar e gordura e refinados como a farinha branca, quando consumidos em excesso, causam acúmulo de gordura e, consequentemente, celulite.

Álcool

Bebidas alcoólicas são calóricas. Portanto, quando consumidas em altas doses são diretamente transformadas em gordura pelo nosso fígado. Além disso, promovem a desidratação do nosso corpo, que também contribui para o surgimento de celulite.

Sódio em excesso e toxicidade

O sódio aumenta a retenção de líquido, impossibilitando a eliminação de substâncias toxicas que são excretadas através da urina. O acúmulo dessas substâncias colabora com o surgimento da celulite.

Alimentos que previnem e combatem a celulite

Conforme já mencionei, ter um planejamento alimentar individualizado, com nutrientes calculados e livre de gorduras ruins, açúcares e sódio em excesso, é a melhor forma natural de acabar com a celulite ou prevenir-se dela. Confira alguns alimentos essenciais da dieta!

Alimentos anti-inflamatórios

A obesidade e a celulite são processos inflamatórios. Alimentos como linhaça, óleo de peixe, folhas verdes, chia, gengibre, cúrcuma, azeite extravirgem, abacate, amêndoas, nozes e o alho auxiliam na redução desses processos.

Alimentos antioxidantes

Suco de uva integral, frutas cítricas (laranja, limão, goiaba), frutas vermelhas, cacau, canela, chá verde, mirtilo, morango, amora e castanha do Pará são alimentos ricos em antioxidantes que promovem a limpeza do nosso organismo, eliminando substâncias que atrapalham o bom funcionamento.

Alimentos integrais

Os alimentos integrais demoram mais para serem digeridos e absorvidos. Com isso, liberam aos poucos a glicose no sangue, possibilitando o aproveitamento de forma correta pelo nosso organismo e evitando acúmulos.

Hidratação

Beba água! A maior parte das toxinas são eliminadas através da urina, por isso a hidratação é fundamental no processo de “limpeza” do nosso organismo. Além disso, tem participação da reconstrução de músculos, diminui o inchaço e melhora a circulação e a absorção dos nutrientes.

Dica extra: atividade física!

Além da alimentação, a atividade física também é importante. Ela melhora a circulação sanguínea, diminui a retenção líquida e promove a redução de gordura. Atividades como musculação aumentam a quantidade de músculos no corpo, o que deixa a pele mais esticada e com a aparência melhor.

Alimentos que devem ser evitados

Na contramão dos bons alimentos, existem aqueles que você deve passar longe se quer eliminar a indesejável celulite ou os riscos de tê-la. Olha só!

Frituras imersas

Batata frita, aipim frito, ovo frito e preparações à milanesa.

Doces

Bolos, tortas, cupcake, pirulitos, balas, chocolates, sorvetes e docinhos de festa.

Carnes processadas e embutidos

Salame, mortadela, bacon, salsicha, linguiça e hambúrguer congelado.

Industrializados

Macarrão instantâneo, comidas prontas congeladas, refrigerantes, sucos de caixinha/pacote, biscoitos, salgadinhos de pacote, caldo de carne/galinha e molhos prontos.

Refinados

Farinha branca, arroz branco, açúcar refinado e pães brancos.

Alimentos gordurosos

Queijos amarelos, leite e derivados integrais, pizza, cachorro-quente e hambúrguer.

Quer mais dicas de como a alimentação pode ajudar a combater e prevenir celulite e outros problemas de saúde? Então, me segue no Instagram ou Facebook e saiba tudo em primeira mão!

Cafeína: o que é, quais os benefícios e como tomar? Descubra aqui

Cafeína: o que é, quais os benefícios e como tomar? Descubra aqui!

A cafeína é uma substância alcaloide do grupo das xantinas, estimulantes do sistema nervoso central. É encontrada, naturalmente, no café, chás, guaraná, erva-mate, noz de cola e cacau. No nosso organismo, é metabolizada pelo fígado e absorvida rapidamente, podendo levar de 15 a 120 minutos para chegar na corrente sanguínea.

O café, alimento mais lembrado quando pensamos em cafeína, é consumido pela maior parte da população, principalmente por aqueles que possuem uma rotina agitada e cansativa. Mas além dele, a cafeína tem sido muito utilizada na forma de suplemento, por praticantes de atividade física. Estes buscam melhorar a performance e concentração durante os treinos.

Quais são os benefícios da cafeína?

A cafeína oferece diversos benefícios a quem a consome e ao organismo de modo geral. Conheça os principais:

Efeito estimulante

O efeito estimulante da cafeína melhora a disposição e a concentração, evita o sono e pode ser interessante para pessoas que necessitam de energia, seja para o trabalho ou para atividade física.

Aumenta o metabolismo basal

O metabolismo mais rápido tende a gastar mais calorias, o que pode ser benéfico para o processo de emagrecimento.

Recurso ergogênico na prática esportiva

Durante a atividade física, a cafeína retarda a fadiga, tem efeito estimulante e aumenta a performance em exercícios de força e aeróbicos.

Aumento da lipólise

A cafeína pode aumentar o uso das reservas de gordura como fonte de energia, poupando o uso do glicogênio e aumentando a oxidação de gorduras. Esse efeito ocorre principalmente durante exercícios físicos e é interessante para quem busca definição muscular.

Aumento da força muscular

Por ter relação direta com o sistema nervoso central, a cafeína aumenta a liberação da noradrenalina e da adrenalina. Esse fator pode ser responsável por retardar a fadiga e aumentar a força muscular, possibilitando a realização de exercícios com maiores cargas e repetições.

Quais os efeitos colaterais da cafeína?

O uso excessivo de cafeína pode acarretar em diversos efeitos colaterais. Portanto, é importante sempre consultar seu nutricionista antes de fazer uso da substância.

Em excesso, ela pode elevar os níveis de cortisol no organismo, desregulando a produção de hormônios da tireoide e a produção de testosterona, o que prejudica processos como emagrecimento e/ou ganho de massa muscular.

Doses elevadas de cafeína também são responsáveis por causar dores de cabeça, aumento da frequência cardíaca, alterações gastrointestinais, tremores, nervosismo, agitação, ansiedade e insônia.

Outro fato importante é a utilização de açúcares e adoçantes no café. O açúcar é um alimento calórico e pobre em nutrientes. Já os adoçantes, quando utilizados em grandes quantidades, podem causar disbiose intestinal (desequilíbrio da microbiota intestinal), prejudicando a digestão e absorção de outros nutrientes.

Quais são as contraindicações?

Pessoas com gastrite são as primeiras que devem evitar a substância. A cafeína aumenta a acidez do estômago e pode desencadear uma irritação no órgão já infectado por conta da doença. Até mesmo o café descafeinado pode causar os sintomas. Se você possui refluxo ou problemas estomacais, é importante evitar ou moderar o uso de cafeína.

Quando em altas concentrações no sangue, a cafeína pode aumentar a pressão sanguínea em um curto prazo. Normalmente, esse feito é temporário e não apresenta malefícios a longo prazo. No entanto, pessoas com alteração da pressão arterial também devem ter esse cuidado.

Pessoas com deficiência de ferro e/ou cálcio devem ficar atentas, já que a cafeína compete com a absorção destes dois nutrientes. Uma dica é não consumir a substância perto das principais refeições, como o almoço e o jantar. Estudos mostram que a cafeína pode reduzir em até 40% a absorção do ferro e do cálcio.

Gestantes e mulheres amamentando devem evitar o consumo, pois a cafeína pode atravessar a placenta e gerar malefícios ao feto. Já durante a amamentação, é passada pelo leite e pode deixar o bebê agitado.

Como tomar cafeína?

A cafeína pode ser consumida através dos alimentos ou suplementada em cápsulas. No Brasil, a dose permitida em suplementos considerados termogênicos ou pré-treinos é de até 420mg por dia.

O ideal é tomar entre 3 e 6mg/kg de peso corporal, entre 30 e 60 minutos antes da realização do exercício. Indica-se, também, começar sempre por dosagens menores, como 1g/kg de peso, e observar como o seu organismo responderá, aumentando gradativamente.

A cafeína tem efeito principal por até seis horas após o consumo. Porém, parte da substância pode permanecer no organismo por até 12 horas. Portanto, não é recomendado tomar cafeína à noite, pois o sono pode ser prejudicado, o que atrapalha muito tanto o processo de emagrecimento quanto o de hipertrofia.

É válido lembrar que algumas pessoas não correspondem à suplementação da cafeína, pelo simples fato do organismo não ser responsivo. Já o uso prolongado da substância também pode causar tolerância e, com o tempo, você pode perceber a diminuição dos efeitos, principalmente se já faz uso de café durante o dia.

Agora que você já sabe tudo sobre a cafeína e os benefícios que ela garante, que tal marcar uma consulta para organizarmos os melhores horários e dosagem certa para você? É só me chamar no Whatsapp (51)99641-7127!

5 dicas para emagrecer com saúde e nunca mais engordar

5 dicas para emagrecer com saúde e nunca mais engordar

Se você já tentou emagrecer de todas as formas e não teve sucesso, não se assuste! Saiba que muita gente tem essa mesma dificuldade. O problema não é com você, mas sim com as escolhas e a forma errada que está fazendo isso.

No post de hoje, eu vou te contar cinco dicas para você emagrecer com saúde e manter os resultados para a vida toda. Vamos lá!

O que fazer para emagrecer com saúde?

Dietoterapia

A dietoterapia é muito eficaz na redução do peso, mas precisa ser feita de forma correta. Para que você consiga emagrecer é necessário um déficit calórico, ou seja, você precisa ingerir menos calorias do que você gasta durante o dia.

Para que a ingestão de nutrientes não seja prejudicada é importante você fazer isso com uma nutricionista. Ela irá montar um planejamento alimentar com opções variadas, viáveis para você e com todos os nutrientes que você necessita.

Durma bem

Ter uma boa noite de sono é fundamental para emagrecer com saúde. Existem dois hormônios que são responsáveis pela regulação da nossa fome: a grelina, que é responsável por estimular o apetite, e a leptina, que é responsável pela nossa saciedade.

A má qualidade do sono pode interferir na regulação destes dois hormônios, aumentando nossa fome e diminuindo nossa saciedade durante o dia.

Beba muita água

A água é necessária para o funcionamento do organismo, pois regula a temperatura corporal, auxilia nos processos de absorção, digestão e excreção, auxilia o sistema circulatório e transporta os nutrientes no nosso corpo.

Além disso, muitas vezes a sede é confundida com a fome, então não espere sentir sede! Beba em torno de dois litros de água ao longo do dia.

Pratique atividade física

A atividade física é outro fator importantíssimo para o emagrecimento. Durante o exercício físico, há um aumento do gasto energético, queima de gorduras e aumento do metabolismo. Além disso, o exercício ajuda no fortalecimento de ossos e músculos.

É sempre bom lembrar que o exercício deve ser, preferencialmente, orientado por um educador físico.

Coma frutas e verduras

Esses alimentos devem estar inclusos na nossa alimentação diária, pois são ricos em vitaminas, minerais e fibras que auxiliam na regulação do nosso organismo.

Já li muitas coisas na internet sobre a frutose engordar e fico muito triste de ver as pessoas excluindo as frutas da alimentação por causa disso. A frutose que não deve ser consumida é aquela produzida pela indústria e adicionada aos alimentos processados. As frutas devem fazer parte da nossa rotina sempre, pois são ricas em vitaminas e fibras.

O que você NÃO deve fazer

Fazer dieta sem consultar uma nutricionista

Fazer a dieta da vizinha ou a que você pegou na internet é o primeiro erro que muitas pessoas cometem, pois cada organismo responde de uma maneira. As necessidades calóricas variam de acordo com o peso, altura, idade e atividade física. Então, o que é bom para um não é bom para o outro, ok?

Dietas restritivas

Se você simplesmente parar de comer é bem provável que o seu corpo responda de alguma forma a isso, como por exemplo mal humor, irritação e desmotivação. Isso leva a desistência da dieta ou, até mesmo, a uma compulsão alimentar.

Além disso, muitas vezes a perda de peso rápida acontece pela perda de água e da massa magra e não pela perda de gordura, o que desencadeia problemas de saúde e uma estética não tão boa.

Excluir glúten e lactose

Nos últimos tempos, tenho visto muitas pessoas excluindo o glúten e a lactose para emagrecer, mas não existe nenhuma relação desses alimentos com o emagrecimento.

Se você não é intolerante à lactose e ao glúten, não tem nenhum motivo para excluí-los da sua alimentação.

Excluir gorduras

Você não deve excluir as gorduras da sua alimentação. As gorduras boas, como as oleaginosas (castanhas, amêndoas, nozes), o abacate e o azeite de oliva, são importantes para nossa saúde e auxiliam no controle do peso. Só é preciso acertar a quantidade.

Açúcar, doces e alimentos industrializados

Os alimentos industrializados não devem fazer parte da sua rotina, pois são ricos em açúcares, gorduras e aditivos. O consumo em excesso de açúcar e gordura é responsável pelo acúmulo de gordura no nosso corpo.

Emagrecer com saúde não é difícil. Basta um pouco de persistência e ajuda de um profissional, que você consegue atingir todos os seus objetivos e levá-los para a vida toda!

Agora que você já sabe o básico do processo de emagrecimento, que tal marcar um atendimento comigo para montarmos um plano alimentar individualizado para você? Clique aqui e fale comigo!

Ovo: vilão ou mocinho?

Ovo faz bem à saúde?

Há algum tempo, o ovo era visto como um vilão na alimentação. Isto porque na época, foram divulgados alguns estudos que afirmavam que alimentos ricos em colesterol eram responsáveis por aumentar o colesterol no nosso sangue.

Hoje, no entanto, sabemos que isso não é verdade e que estes estudos foram manipulados, devido a interesses da indústria alimentícia e farmacêutica. A verdade é que o nosso corpo regula a produção de colesterol. Se há ingestão pela dieta, o organismo produz menos, atingindo o suficiente para exercer funções necessárias, como por exemplo a síntese de hormônios sexuais.

Atualmente, o ovo é considerado um dos alimentos mais completos. É rico em proteínas de alto valor biológico (contém todos os aminoácidos essenciais), vitaminas do complexo B (como a B12), A, D, E, K, além de minerais como ferro, fósforo, selênio e zinco.

Também é rico em carotenóides, como a luteína e zeaxantina, que diminuem a incidência de doenças cardiovasculares e protegem nossos olhos e a visão. Também é fonte de colina importante para o cérebro (melhora memória e cognição).

Há diversas formas de consumir! É importante utilizar o ovo todo, pois os nutrientes estão tanto na clara como na gema. Pode ser cozido, frito, pochê, mexido, omelete ou, ainda, acrescentado em outras preparações. Já o ovo cru não deve ser consumido devido à Salmonelose, uma infecção que pode causar diarreia, febre, cólicas abdominais e vômitos.

Em relação à quantidade, não existe um limite estabelecido. Dependerá das necessidades de cada indivíduo e da alimentação como um todo. Por isso, é importante consultar e conversar com uma nutricionista.